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PETROFLEX Década de 50 Com o crescimento do mercado brasileiro de borracha em proporção mais acentuada que o da produção nacional de borracha natural, o Brasil passou, a partir de 1951, a importar o produto do Extremo Oriente. Em junho de 1958, a Petrobras foi encarregada da execução da construção no Brasil da fábrica de borracha (Fabor). Década de 60
Em março de 1962, entrou em funcionamento o Conjunto Petroquímico Presidente Vargas - FABOR, como unidade operacional da Petrobrás, com uma capacidade de produção de 40.000 t/a de borracha SBR em emulsão. A fábrica de borracha entrou em funcionamento utilizando inicialmente matérias-primas importadas. Em 1967, foi iniciada a produção de butadieno, numa unidade da Fabor com capacidade para 33.000 t/a. Em 1968, com a criação da PETROQUISA como subsidiária da Petrobrás, o Conjunto Petroquímico Presidente Vargas - FABOR passou a ser uma unidade operacional da PETROQUISA. Década de 70 Em 1977, foi aprovada a criação da Petroflex Indústria e Comércio S.A., como subsidiária da Petroquisa, que teria como objetivo a produção e o comércio de elastômeros e de produtos químicos diversos, sua importação, bem como quaisquer outras atividades correlatas. As instalações da Fabor foram transferidas à Petroflex. Em 1977, entrou em operação a unidade produtora de estireno, com capacidade de 60 mil t/a e tecnologia adquirida da Cdf Chimie. Década de 80 Com a implantação do Pólo Petroquímico de Triunfo (RS), a Petroflex instalou em 1984 uma unidade produtora de etilbenzeno naquele pólo, com capacidade para a produção de 140 mil t/a. Em 1985, começou a operar ao lado da unidade de etilbenzeno, em Triunfo, uma fábrica de borracha SBR em emulsão, com capacidade para 40 mil t/a, posteriormente expandida para 60 mil t/a. Na fábrica de Duque de Caxias, entrou em operação também em 1985 a unidade produtora de polibutadieno hidroxilado (PBLH), com capacidade de 1.000 t/a. Em 1986, por razões econômica, foi descontinuada a produção de butadieno. Década de 90
Em 1992, a totalidade do capital da Petroflex, pertencente à Petroquisa, foi adquirida por um consórcio privado atuante no setor petroquímico (Suzano/Copene/Unipar), por investidores institucionais (especialmente fundos de pensão), pelos empregados e pelo público. Em 1993, a Petroflex adquiriu o controle acionário da Coperbo, primeira etapa de um processo gradual de integração operacional e administrativa das duas empresas. A integração ocorreu posteriormente, em 1996, quando deu origem a um produtor nacional de porte internacional, com 3 fábricas bem distribuídas geograficamente, em melhores condições de manter-se tecnologicamente atualizado. 1997 - Constituída a Aranos, atualmente denominada Petroflex Trading responsável pela operacionalização de grande parte das exportações da companhia. Século XXI 2001 Adoção de nova estratégia de atendimento aos clientes com segmentação de negócios e atuação conjunta das áreas comercial, pesquisa e desenvolvimento, logística e assistência técnica para identificação das necessidades dos clientes. No final de 2001 a Petroflex já produzia mais de 70 tipos de elastômeros. 2003 Aprovação do Planejamento Estratégico 2003-2007 e início do processo de internacionalização da Companhia, com inauguração de um escritório comercial na Europa. (Roterdã - Holanda). 2004 Abertura de escritórios comerciais em Hong Kong (China), para atendimento de clientes da Ásia, Oriente Médio e Oceania, e em São Paulo, dedicado a clientes do Cone Sul, e preparativos finais para unidade em Wilmington (Delaware – EUA) entrar em operação no início de 2005. Ampliada a capacidade da fábrica de Cabo de Santo Agostinho, de 90 mil toneladas para 125 mil toneladas. 2005 Início das operações da subsidiária em Delaware (Estados Unidos). Substituição do sistema integrado de gestão pela plataforma SAP. 2006 Conquista da ISO 22000, com a certificação dos sistemas de gestão de segurança de alimentos, o que representa um reconhecimento importante da qualidade dos processos. Torna-se a primeira petroquímica da América Latina a ingressar na Chicago Climate Exchange (CCX) para comercializar créditos de carbono. A comercialização desses créditos demonstra o alinhamento com o desenvolvimento sustentável e o compromisso voluntário de reduzir em 6% as emissões de dióxido de carbono até 2010. Em 2006 a empresa contava com 70 produtos em seu portfólio. Durante o ano, foram concluídos projetos de ampliação de capacidade de produtos de performance e especiais, de 110 mil para 140 mil toneladas/ano, elevando a capacidade total de 410 mil para 442 mil toneladas/ano. 2007 Em 13 de dezembro de 2007, foi celebrado contrato de intenção de compra e venda entre os controladores da Petroflex, Braskem e Unipar, com a Lanxess. 2008 Em 01 de abril de 2008, foi realizada a transferência de controle da Petroflex, de 17.102.002 ações ordinárias (72,38%) e 7.416.602 ações preferenciais classe A (64,16%), totalizando 24.518.604 ações (69,68%) do capital social, para Lanxess Participações Ltda.
COPERBO Década de 50 No final de 1959, foi constituída pelo Estado de Pernambuco a Companhia Pernambucana de Borracha Sintética. Década de 60 Em 1965, foi inaugurada a fábrica da Coperbo, com capacidade para produzir 27.500 t/a de polibutadieno, a partir de 100 milhões de litros/ano de álcool. O BNDES, financiador e avalista dos empréstimos externos, tornou-se acionista e o controle acionário foi assumido pela Petroquisa, subsidiária da Petrobras, em decorrência do aporte de recursos feito na empresa, consolidando o controle estatal da Coperbo. Década de 70 Em 1971, o uso do álcool com matéria-prima foi abandonado, passando a Coperbo a importar butadieno petroquímico. Em 1976, a Coperbo ampliou sua capacidade de produção para 76.000 t/a, passando a produzir, além do polibutadieno, vários tipos de elastômeros tipo SSBR (SBR em solução). Em 1978, com a entrada em operação da Copene, esta passou a suprir as necessidades da Coperbo. Década de 80 O primeiro Programa Nacional de Desestatização relacionou a Coperbo entre as empresas estatais a terem seu controle alienado. Assumiram o controle da empresa, Norquisa e Banco Econômico, em 1982. Os Governos Federal (através da Petroquisa) e Estadual retiveram participações minoritárias. Em 1983, entrou em operação a unidade termoplástica (TR), construída com tecnologia própria com capacidade para 2.000 t/a. Em 1988, a Coperbo colocou em funcionamento a unidade de aldeído acético e a unidade de eteno a partir do álcool. Década de 90 A Coperbo voltou a concentrar-se no negócio de elastômeros, expandiu a capacidade de produção de polibutadieno/SSBR e borracha termoplástica. Posteriormente, em 1996, foi incorporada pela Petroflex. |
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